
E quantas estórias e sonhos residem naquelas casas lá embaixo?
E Onde ficaram os meus?
Quem quer saber da minha estória? Quem quer me ouvir cantar? quem admira minha caminhada? Quem como eu precisa se guardar?
Por um segundo percebo que existe mais resposta para minhas perguntas hoje do que em algum tempo atrás, só preciso organizar minhas idéias encontrar os pontos e chegar.
Mas aonde chegar? Se ainda nem sei se me perdi, na verdade só me sinto perdida talvez porque não me sinta, sinto a penas que perdi meu receptáculo o que compunha minha forma original (talvez), então seria isto; hoje estou sem forma.
Todo mundo precisa se reciclar em algum momento, todo momento em que não se encontrar.
Acho que devo ir embora, olhar-me em silêncio.
E Onde ficaram os meus?
Quem quer saber da minha estória? Quem quer me ouvir cantar? quem admira minha caminhada? Quem como eu precisa se guardar?
Por um segundo percebo que existe mais resposta para minhas perguntas hoje do que em algum tempo atrás, só preciso organizar minhas idéias encontrar os pontos e chegar.
Mas aonde chegar? Se ainda nem sei se me perdi, na verdade só me sinto perdida talvez porque não me sinta, sinto a penas que perdi meu receptáculo o que compunha minha forma original (talvez), então seria isto; hoje estou sem forma.
Todo mundo precisa se reciclar em algum momento, todo momento em que não se encontrar.
Acho que devo ir embora, olhar-me em silêncio.
(Por Ivone Fonseca)
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