
No seu sorriso mais sereno ela esconde um segredo ao mesmo instante que se põe a observar.
Sabe exatamente como descrever seus sonhos e com doces relatos conta suas estórias, estórias para se encantar.
Ela navega em danças circulares e seu mundo assim parece se transformar. Sabe que tudo não passa de uma reação do organismo a uma situação desconfortável, cuja única saída envolve decisões importantes, decisões das quais ela conhece, mas não tem como tomar. E ela então rodopia, respira fundo, e continua a circular, no seu intimo sabe de sua superioridade, mas não consegue alcançar.
Por um segundo ela gostaria de trocar de estado ou de país, gostaria de falar. Suas letras buscam respostas, mas ela só consegue exílio ao se sentir flutuar. Sem perceber atravessa os mundos, rompe suas barreiras, mas seus olhos se fecham não a deixando enxergar, onde estaria a chave deste mistério? Ela sabe, mas ate isto a amedronta, medo que só alguém que partilha da mesma dor sabe explicar.
Ora menina, ora mulher destemida para buscar um dia ela descobrirá que as borboletas que lhe sufocam o estomago na verdade são borboletas da alma, e quem sabe neste dia então num espetáculo majestoso ela se desperte que também pode voar?
Sabe exatamente como descrever seus sonhos e com doces relatos conta suas estórias, estórias para se encantar.
Ela navega em danças circulares e seu mundo assim parece se transformar. Sabe que tudo não passa de uma reação do organismo a uma situação desconfortável, cuja única saída envolve decisões importantes, decisões das quais ela conhece, mas não tem como tomar. E ela então rodopia, respira fundo, e continua a circular, no seu intimo sabe de sua superioridade, mas não consegue alcançar.
Por um segundo ela gostaria de trocar de estado ou de país, gostaria de falar. Suas letras buscam respostas, mas ela só consegue exílio ao se sentir flutuar. Sem perceber atravessa os mundos, rompe suas barreiras, mas seus olhos se fecham não a deixando enxergar, onde estaria a chave deste mistério? Ela sabe, mas ate isto a amedronta, medo que só alguém que partilha da mesma dor sabe explicar.
Ora menina, ora mulher destemida para buscar um dia ela descobrirá que as borboletas que lhe sufocam o estomago na verdade são borboletas da alma, e quem sabe neste dia então num espetáculo majestoso ela se desperte que também pode voar?
(por Ivone Fonseca)
3 comentários:
Ivone, estou sem palavras para as suas, que são extremamente sensíveis, delicadas, tocantes...Sinto-me flutar e bailar em ascendentes espirais que resgatam, um pouco mais de mim nessa busca pela superação. Estou reaprendendo a andar e cada passo é uma imensa VITÓRIA,e isso,só é possível, porque tenho AMIGOS como VOCÊ! Assim que meus passos estiverem mais firmes, alçarei vôos mais altos. Muito obrigada! É uma honra dizer a todos que sou a protagonista dessa bela obra! Abraço grande! Juliana
Ivone que esta borboleta "rompa este casulo quase nulo, e possa voar como boroboleta madura"
Parabéns adorei este seu texto.
Que bom que gostou do meu blog... Acabei de chegar aqui no seu, mas ainda não li... vamos ver o que me espera he he
P.S. É interessante colocar aquele gadget para as pessoas acompanharem... aí fica mais fácil
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