
Em uma fantastica estória ilusiva ela se despede dos seus para viver sua propria estória, cantar seus versos em outros jardins.
Agora tem vida própria e sua própria morada, deixa de ser filha para ser mãe e a cada por do sol renova suas forças nos braços de alguém que lhe ofereça segurança para o momento.
Ela tem alma livre e é leve, solta e na maioria do tempo "doce solidão". E para o vazio destes, preenche espaços, canta e encanta quem passear por ali.
Cultiva hortaliças e observa o mar (mesmo que de pedras).
Fuma um cigarro, divaga em mentes ocultas e sem se proteger se entrega.
Seu sonho? um piano de cordas, uma conversa solta, madrugadas longas e muitos perfis.
- Um bebida forte aqui por favor.
- Um bebida forte aqui por favor.
Ela sobrecanta a música que vem da velha vitrola e perde os dedos nos cachos dos cabelos mexidos pelo vento, è só mais um dia a se perder e mais sorrisos soltos que deixa pelo ar.
E de sobremesa hoje mais uma vez deve pedir; café com leite coalhada fresca e um bom pedaço de bolo de fubá.
(por ivone fonseca)
3 comentários:
Oi Ivone!
Nossa que texto mais lindo...
De uma leveza tão grande que a impressãoq ue tenho é que mesmo diante das adversidades, o pior vendaval se torna uma brisa leve e calma. Lindo!
Um bjo!
Acho máximo seu jeito leve de fazer,
parece uma fabrica de sonhos,
com reais cantigas de ninar!
Me faz acordado sonhar!
Doce menina.
Beijos!
Ola Ivone, adorei a "invasão" no meu blog... seja sempre bem-vinda a ele...
Parabéns pelo seu blog!
Este texto é lindo...
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