
Existem mundos fora de nos, existem estórias que nunca ousaremos contar. Onde estava aquela menina quando tudo se iniciava, perdeu-se no caminho? Ou nunca desejou estar lá.
Tento descer compassadamente as escadas para que ninguém me ouça, meu reflexo na parede me faz companhia.
Tento descer compassadamente as escadas para que ninguém me ouça, meu reflexo na parede me faz companhia.
Me sinto melancólica e isto não me entristece, é só um momento para eu me recompor.
Existe um lago de frente dos sonhos dele e tem garças e tuiuiús, têm flores e eu adoro olhar para elas e sentir o cheiro e respirar fundo como se pudesse participar.
Sinto-me feliz quando vejo um campo de mostarda é que o amarelo meche com minhas emoções.
Sou tão inteira quando penso no que quero, nas minhas certezas incertas, sinto-me tão fortalecida quando penso nas milhares de coisas que posso conquistar só sentada aqui nesta varanda a observar.
Tenho medo do que não poço controlar então por via da duvidas os controlo, sei que devo chorar às vezes faz parte do meu processo de inserção, mas na maioria das vezes só troco o tênis.
Não tem nada que me faça criar um ritual, rituais agridem o ordinário e isto me assusta quero fazer parte do mundo dos extra(ordinários), não pretendo passar deixando marcas na estória, pois sinto que já marquei a minha e talvez isto já baste, como boa ou má menina esta é a marca que devo carregar.
Vou trocar de tênis, por aqueles que me fazem mais confiante, e se desejar, venha, sera um grande prazer se quiser me acompanhar.
Existe um lago de frente dos sonhos dele e tem garças e tuiuiús, têm flores e eu adoro olhar para elas e sentir o cheiro e respirar fundo como se pudesse participar.
Sinto-me feliz quando vejo um campo de mostarda é que o amarelo meche com minhas emoções.
Sou tão inteira quando penso no que quero, nas minhas certezas incertas, sinto-me tão fortalecida quando penso nas milhares de coisas que posso conquistar só sentada aqui nesta varanda a observar.
Tenho medo do que não poço controlar então por via da duvidas os controlo, sei que devo chorar às vezes faz parte do meu processo de inserção, mas na maioria das vezes só troco o tênis.
Não tem nada que me faça criar um ritual, rituais agridem o ordinário e isto me assusta quero fazer parte do mundo dos extra(ordinários), não pretendo passar deixando marcas na estória, pois sinto que já marquei a minha e talvez isto já baste, como boa ou má menina esta é a marca que devo carregar.
Vou trocar de tênis, por aqueles que me fazem mais confiante, e se desejar, venha, sera um grande prazer se quiser me acompanhar.
(por ivone fonseca)
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