
Entre um lugar e outro, entre pessoas e relações, entre conhecer e só participar, está o ímpeto interesse de transportar.
Transportar o que e bonito a vista de alguém, o q se tem d melhor para outros corações o q é de interesse comum a milhares q não o alcançam... e foi assim q um dia ela saiu de casa em busca de ares mais leves, conheceu um tipo de lugar q só habitava seus sonhos, embora longínquo levou na bagagem seres ilustres dos quais reconhecia em cada nova paisagem.
Desceu o morro das pedras em direção a um mundo novo onde em forma de dunas se transfigurava a cada passagem do vento para ilustrar de forma diferente os sonhos de cada estrangeiro caminhante naquelas terras, conheceu uma tal de Joaquina que elegante e altiva fez questão de te recepcionar.
De olhos fixos no continente deu voltas na lagoa e caminhando entre trilhas de pedra se reconciliando consigo mesma, esteve num lugar de nome Matadeiro, mas foi na Armação que encontrou mais do que o brilho que buscava, inexplicavelmente entre o céu e o mar percebeu que a maior distancia que o homem pode criar está justamente dentro dele, dentro das limitações criadas por si para si, e assim caminhou livre e solta pelas águas do Ribeirão da Ilha como se quisesse lavar a alma a cada nova passagem do mar...
Sentiu-se feliz.
Em Santo Antonio de Lisboa viu se mundo de menina em paisagens bucólicas vivas e presentes tal qual nunca imaginara visualizar.
Sentiu cheiro de saudade... Saudade de recordar.
Por alguns segundos percebeu-se de pé próxima a si, sentiu vontade de perguntar se ainda havia saída, mas recuou por temer a indução de uma resposta elusiva.
Às vezes é estranho mentir para si mesmo, e o melhor a se fazer é evitar o contato com os olhos que se torna altamente expressivo quando nos colocamos a chorar.
Assim ela caminhou, quis conhecer outros lugares sentir mais...
Transportar o que e bonito a vista de alguém, o q se tem d melhor para outros corações o q é de interesse comum a milhares q não o alcançam... e foi assim q um dia ela saiu de casa em busca de ares mais leves, conheceu um tipo de lugar q só habitava seus sonhos, embora longínquo levou na bagagem seres ilustres dos quais reconhecia em cada nova paisagem.
Desceu o morro das pedras em direção a um mundo novo onde em forma de dunas se transfigurava a cada passagem do vento para ilustrar de forma diferente os sonhos de cada estrangeiro caminhante naquelas terras, conheceu uma tal de Joaquina que elegante e altiva fez questão de te recepcionar.
De olhos fixos no continente deu voltas na lagoa e caminhando entre trilhas de pedra se reconciliando consigo mesma, esteve num lugar de nome Matadeiro, mas foi na Armação que encontrou mais do que o brilho que buscava, inexplicavelmente entre o céu e o mar percebeu que a maior distancia que o homem pode criar está justamente dentro dele, dentro das limitações criadas por si para si, e assim caminhou livre e solta pelas águas do Ribeirão da Ilha como se quisesse lavar a alma a cada nova passagem do mar...
Sentiu-se feliz.
Em Santo Antonio de Lisboa viu se mundo de menina em paisagens bucólicas vivas e presentes tal qual nunca imaginara visualizar.
Sentiu cheiro de saudade... Saudade de recordar.
Por alguns segundos percebeu-se de pé próxima a si, sentiu vontade de perguntar se ainda havia saída, mas recuou por temer a indução de uma resposta elusiva.
Às vezes é estranho mentir para si mesmo, e o melhor a se fazer é evitar o contato com os olhos que se torna altamente expressivo quando nos colocamos a chorar.
Assim ela caminhou, quis conhecer outros lugares sentir mais...
Alguns dos lugares seguintes eram exageradamente ricos, porém vazios e tristes...
Não era isto que queria pra si.
Nos ingleses se reconheceu na pequena vila movimentada por artesanatos e pessoas, mas fez pausa mesmo no Santinhos onde percebeu que era momento de voltar.
E em retorno a seu mundinho de pedras refletiu sobre tudo, em todos os km certezas e incertezas que se cruzavam em pensamentos perdido, buscou no nascer do sol uma forma de renascimento...
Em cada nova curva uma saída, um reencontro..
Algo melhor sabe-se lá.
Até hoje ela não sabe se chegou só sabe que tudo que precisa, deve-se ao seu modo de organizar a vida ao seu modo de acreditar e tudo está ali muito próximo dela muito próximo de suas vontades e interesses e a ela só resta o desejo flutuante de buscar.
Não era isto que queria pra si.
Nos ingleses se reconheceu na pequena vila movimentada por artesanatos e pessoas, mas fez pausa mesmo no Santinhos onde percebeu que era momento de voltar.
E em retorno a seu mundinho de pedras refletiu sobre tudo, em todos os km certezas e incertezas que se cruzavam em pensamentos perdido, buscou no nascer do sol uma forma de renascimento...
Em cada nova curva uma saída, um reencontro..
Algo melhor sabe-se lá.
Até hoje ela não sabe se chegou só sabe que tudo que precisa, deve-se ao seu modo de organizar a vida ao seu modo de acreditar e tudo está ali muito próximo dela muito próximo de suas vontades e interesses e a ela só resta o desejo flutuante de buscar.
(por ivone fonseca)
8 comentários:
Se a dor da espera assim veio nos contentar,
digo então, por favor mil chibatadas pra mim!
Fantástico, Lindo,Maravilha.
Não nos prive destes momentos!
Seu amigo,Sidney
Oi Ivone suas palavras me emocionaram ando mais sensível esses dias com o passamento do meu sobrinho. Fiquei muito feliz com sua visita e será uma honra e prazer tê-la sempre por lá fica a vontade e por aqui virei tbm frequentemente ler-te com a atenção que vc merece, tão logo passe esse momento de tristeza venho falar sobre seus trabalhos...bjoss de estima e carinho!
Como vc mesma disse:
"...buscou no nascer do sol uma forma de renascimento...
Em cada nova curva uma saída, um reencontro..."
Poético e verdadeiro.
;)
Grata.
Que venham as borboletas, amiga, pelo menos o jardim, está sendo cultivado com muito mais esmero agora!!
Bjos.
èééé...
estava com saudades daqui!!!
"sentiu-se feliz"..
ai... que diliçaaaa!! ehehehe
beijos
Um Violoncelo reage ao toque
Vibram as cordas, solta-se a melodia
Das mãos escultoras das notas
Saem afagos de sonora magia
Uma alma reage aos acordes
Um coração bate ao compasso
Uma voz entoa dolentemente
Um corpo deseja o abraço
Bom domingo
Doce beijo
Ola Ivone
Como soube fiquei ausente por um tempo...
Mas venho ao seu blog e me deparo com esse texto maravilhoso!
Não tenho palavras para descrevê-lo!
Talvez porque ele tenha muito a ver com o meu momento, com as minhas decisões...
Dizer-lhe parabéns é muito pouco para alguém que tem um imenso talento, afinal não se parabeniza pelo talento, mas pelas marilhosas palavras com que expressa seus sentimentos!
PS: Gostaria muito de entrar em contato contigo além do blog, por isso deixo aqui meu e-mail pessoal
paulynha_b87@hotmail.com
Beijos
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